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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Como escolher?

Mãe: " Vai ver se podes ir tirar já algumas cadeiras".
Eu: "Já vou".
Mãe:" Não quero que te agarres ao trabalho, vai investir nos estudos!"
Eu: " Já sei".

Eu sei que está preocupada mas porque é que todos os dias tem de ser a mesma coisa? Ás vezes parece, eu sei que não é intencional, que só sabe é "mandar-me abaixo". Adoro o meu trabalho, sei que não é a solução final, porque quer queira quer não, vou ter de tirar uma licenciatura para ser "alguém" neste país! Mas fogo! À imenso tempo que não me sentia tão entusiasmada e lá está ela outra vez com o mesmo assunto! 
Já tenho umas ideias de quais são as alternativas e tenho uma ideia do que tenho de fazer, por isso, parem de me pressionar! Será que não aprendem? Vejam ao que me levou. 
Agora, como escolher o próximo curso? Com muita ponderação e CALMA!

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Motivação

Já passou uma semana desde comecei a trabalhar. Para ser sincera acho que tem corrido bem, e sem me querer gabar, acho que até me adaptei bem e tenho estado a fazer um bom trabalho. Claro que ainda existem imensas coisas para aprender e muito espaço para evoluir. Mas o que eu queria realçar é o meu entusiasmo e motivação. Há imenso tempo que não me sentia entusiasmada com nada! Ainda por cima com algo relacionado com trabalho/estudo. 
Infelizmente a minha mãe não parece estar tão entusiasmada com toda esta minha experiência. Penso que ela esteja com receio que, agora que comecei a trabalhar, não queira outra coisa e não volte a estudar.
Querem que eu seja sincera? Neste momento não tenho qualquer motivação para voltar a estudar. No entanto, tenho consciência que não vou conseguir ir muito mais longe sem uma licenciatura. A frequência de uma não conta para nada, é necessário terminá-la, se se quiser trabalhar na área para que se estudou, é claro. 
O que eu quero que os meus pais ( e não só) entendam que preciso de espaço para respirar. Preciso que me seja dada, pela primeira vez na vida, a oportunidade de tomar decisões enquanto adulta, sem pressões. Preciso de crescer. 

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Como é que deixamos de ser nós?

 Porque é que tenho constantemente de analisar tudo até ao pormenor? O facto de estar constantemente a pensar no que pode ou não vir a acontecer, os pós e os contras, nas dificuldades que podem surgir, na possibilidade de não estar à altura do desafio, etc, deixa-me num estado de nervos tal, que acabo por não usufruir de nada.
 Estou constantemente nervosa, cheguei a ter ataques de pânico, relacionados com os meus medos, inseguranças e dúvidas, principalmente. Estas minhas "manias" fizeram com que perdesse uma série de oportunidades, levaram-me a magoar uma ou várias pessoas por, alegadamente, não saber o que sentia (se calhar nem me dei a oportunidade de arriscar e ver no que dava, tudo por ter medo). Do quê? De tudo e de nada.
 Como é que deixo de ser assim? 
 Não quero continuar a perder oportunidades, não quero continuar a magoar ninguém com as minhas incertezas e, acima de tudo, não quero continuar a magoar-me a mim mesma. A privar-me de tanta coisa por inseguranças, dúvidas e medos parvos.
 Mais uma vez pergunto, como é que deixamos de ser nós mesmos? 
 Quando é que passamos a ser uma versão melhorada? 
 Já tentei e ainda não vi resultados.

À procura de mudança.

sábado, 4 de outubro de 2014

Um bom filme

 Ok, não é o melhor filme de sempre. Mas adorei o filme.
 A minha irmã, que quase tive de obrigar a ir comigo, saiu da sala de cinema super entusiasmada. Quem é que insistiu? Quem?
 Achei interessante a abordagem feita neste filme, uma mistura entre a personagem real, Vlad, O Empalador, e a personagem fictícia, Drácula de Bram Stoker. Os efeitos especiais acrescentaram um toque "épico" ao filme (talvez esteja a exagerar). Bem, no geral, está bem feito.
 Achei interessante foi a diversidade entre o público, por outras palavras, alguns espectadores presentes na plateia não pareciam fazer parte do "clube de fãs" deste género de filmes. Também, é um pouco preconceituoso pensar que só um determinado género de pessoas é que vêem estes filmes. 
 Recomendo este filme a qualquer pessoa, especialmente aos fãs deste género.





sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Drácula


 Tenho de admitir que sou fã de livros e filmes de vampiros, tirando algumas excepções, que não merecem ser mencionados.
 Um dos meus filmes preferidos deste género, é sem sombras de dúvidas, o "Drácula" (1992), realizado por Francis Ford Coppola. Adorei a interpretação de Gary Oldman, da química entre o personagem dele e da personagem Mina Murray, interpretada por Winona Ryder, ..., basicamente de quase todos os aspectos do filme.
 Portanto quando soube à menos de um mês que ia sair um novo filme sobre Drácula, fiquei curiosa. Ao início não estava a perceber quem era o actor que o ia interpretar, só mais tarde o associei ao vilão, Shaw, do filme "Velocidade Furiosa 6". Mais um factor que me levou a querer ir ver este filme (também entra na série de três filmes "O Hobbit". Acho que ele só começa a aparecer a partir do segundo, precisamente aquele que eu ainda não vi).


Estou curiosa para ver como vai ser o filme. Espero que não seja mais um daqueles filmes em que o trailer é super bom, cheio de efeitos especiais fantásticos e que depois acaba por ser uma terrível desilusão.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Ser "infantil"

 De cada vez, que leio cada um dos meus posts, apercebo-me do quão "criancinha" eu sou. Todas estas dúvidas e inseguranças parecem tão fúteis e infantis comparadas com outras situações muito mais complicadas vivenciadas, por exemplo, por outros familiares meus muito mais velhos. 
Mas deixem-me ser só mais uma vez "criancinha". Vou tentar que seja a última vez. Eu sei que da outra vez disse que não ia escrever sobre acontecimentos deprimentes e acabei por quebrar essa promessa redondamente. Desculpem.

 Espero sinceramente que toda aquela lengalenga de "quando fores mais velho percebes" ou "pela minha experiência ..." seja verdade.
 Neste momento sinto-me como uma criança que, pelos vistos, às vezes, ainda aparento ser. Indecisa entre um livro ou um doce:
- " Qual escolho? Aquele que faz mal aos dentes, mas sabe bem no momento ou o livro que a mãe me obrigou a ler porque preciso de aprender?" 
 Em criança escolhi o livro porém, nesta fase, escolher o doce me tenha parecido a escolha mais acertada (Não sou muito boa com metáforas: doce=desistir de curso, livro=continuar no "tal" curso). Estava farta de escolher o livro e de não gostar dos capítulos. Mas escolher o doce trouxe outras incertezas.
 Querer perceber, saber o que vai acontecer, o que devo fazer, como mudar, como... mas não há forma possível não é? 
 Sinto-me outra vez como aquela adolescente (já evolui de criança para adolescente, lol. Também já disse que não tenho muito jeito para as piadas?) desesperada por respostas e por agradar a todos. 
 Querem todos uma resposta que nem eu tenho. 
 Quais são as próximas opções? Escolher o livro? Talvez, todavia um diferente do primeiro.
 Mais um doce? Poderá vir-se a revelar uma escolha matreira ou....não sei. 

Primeiro trabalho

Hoje comecei a ter alguma ideia do que é trabalhar pela primeira vez. Senti-me um tanto ao quanto confusa como insegura mas acho que é normal nesta fase.
Enquanto não começar a entrar bem no ritmo e saber como tudo funciona, acredito que estes sentimentos vão perdurar, no entanto, reparei que o facto de me estar a "distrair" com algo diferente/novidade não me fez pensar nos acontecimentos recentes (pelo menos enquanto estava a trabalhar). Não os referi explicitamente no sentido de não lhes atribuir demasiada importância mas, vamos ser sinceros, ainda não sou capaz de remeter para um canto da minha mente a decisão que tomei nem as possíveis consequências que dai advertem.
Espero que com o tempo, o sentimento de culpa (não sei ao certo explicar porque é que a sinto) assim como a vaga sensação de estar perdida e de não pertencer a lado nenhum, desapareçam. 


quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Primeiro dia

 Bem hoje foi aquele dia em que alguns colegas começaram o estágio, quer dizer tiveram a reunião sobre o estágio e visitaram o local de estágio. Eu fui sair para almoçar com amigos, procurei part-time, pesquisei faculdades e cursos. Já é um começo, penso eu.
Amanhã começo um trabalho mas queria tentar arranjar mais outro part-time. Para além disso procurar outras actividades que me permitissem melhorar as minhas capacidades, como um curso de línguas, um curso de fotografia, etc. Não sei, muitas ideias e muito para decidir.
Pelo menos já me sinto mais calma e um pouco mais decidida. 
Espero que daqui para a frente as coisas mudem para melhor.